Cinerama Brasilis ganha prêmio Colibri, no Espírito Santo.

Uma prata e dois bronzes. Medalha de prata pelo comercial ” Dia dos Namorados”, para o Shopping Praia da Costa” , duas de bronze,sendo uma pelo comercial  “Unimed 30 anos”,e outra pelo comercial ” Aí que inveja”, também para o Shopping Praia da Costa.

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Elenco

Havia tempo faltava abrir um espaço para interação com os atores. Pois o sucesso dos nossos filmes depende do trabalho dos nossos atores. Abrimos uma página no facebook. Esse é um espaço para a interação com os profissionais que comparecem a imensidão de testes e mais testes, para depois de vinte nãos receberem finalmente um único “sim”:

Elenco CineramaBr

elenco@cineramabrasilis.com.br

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Cinerama Fotografias

Fotografias dos últimos filmes produzidos pela Cinerama.    

Filme Oi Emagrecida

  

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Campanha Avião da Oi

http://www.youtube.com/watch?v=lA1w2ELjSm8

http://www.youtube.com/watch?v=4g8qgJRfkj8

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Vida de Gordinha

A sociedade é engraçada. Todos lhe condenam por estar acima do peso, mas na hora que você tenta se regular tudo parece trabalhar contra. Quando por exemplo você decide dar um tempo com a bebida, deixar de tomar aquela cervejinha a qual você é o que sempre puxa, ou pelo menos escolher um dia para tomá-la, você vira uma aberração. “Como assim parou de beber? Toma só essa não vai engordar não, o que engorda mesmo é comer…” Como assim cara pálida, onde foi que você leu que cerveja não engorda? Todos viram nutricionistas de botequim.

Aí você volta de uma corrida sofrida, afinal levou alguns kilos para passear na esteira, chega em casa morta. Ainda não bateu a vontade de comer, mas você já está no banho pensando no que poderia ingerir. Faz um pacto consigo mesmo que comerá algo light, bem saudável para fazer jus ao exercício. Ao adentrar no melhor cômodo da casa, a cozinha, você abre a geladeira e se depara com um bolo de batata maravilhoso que toda a sua família comeu ou vai comer. A mão se estica, mas antes de pegar a travessa de calorias em forma de comida deliciosa, você avista uma lata de atum que salva. Ufa, primeira barreira superada. Pega um requeijão light para fazer uma pastinha. Ao abrir a lata de atum, você puxa o abridorzinho que vem nela, como nas latinhas de refrigerante e cerveja, ou seja, está mais do que habituado com ela. E na hora em que puxa o abridorzinho ele quebra e a lata continua fechada. Você já está uma fúria com o fato de ter uma comida perfeita na geladeira, e você ali naquela miserinha de atum. Mas tudo bem, “pensa no coração”, você se consola, e começa a procurar o abridor de latas. Abre todas as gavetas e não acha. A empregada é nova e mudou tudo de lugar, “deve ter enfiado na”, enfim, tadinha, primeiro mês. Eis que adentra na cozinha sua família. Todos  se sentam a mesa e o primeiro infeliz vem e tira a travessa proibida da geladeira. Você continua tentando se concentrar no ato de achar o raio do abridor e fingir que ninguém tirou nada de geladeira nenhuma. Um infeliz oferece ajuda, mas você nega veentemente pois não quer ajuda de nenhum magrinho imbecil. Antes que você desvire a cabeça, seus olhos flagram uma cena arrasadora: sua mãe magrela espremendo limão em cima de um bolo de batata quentinho recheado de salsicha. Você vira a cabeça rápido, meio tonta, desnorteada mesmo. “O que eu estava procurando?”. Então desiste de procurar o abridor. “Ah não, vou ser forte!”. Pega uma faca e enfia na tampa, a família olha com pena e oferece o bolo de batata. Sua cabeça se move lentamente em direção àquela família perfeitamente ridícula,  e apenas com um olhar fuzilante seu eles entendem e desistem. Depois de muito esforço finalmente a latinha é aberta. Pega o prato, mistura o atum com requeijão. “Ah, um azeitinho…, vai, pra dar um gostinho”. Só um fio como manda a boa alimentação. “Isso faz bem para a saúde, bem para as veias, isso pode”, você se desculpa orgulhosa. Amassa todos os igredientes. Pronto, pode até voltar a sorrir. Se dirige à mesa de tortura e senta. Ao sentar avista a cesta de pães no meio da orgia alimentar alheia (queijo ralado, coca, …). “Ué, cadê o pão light integral com aveias e sementes que eu comprei?”. Olha para os seus companheiros consanguíneos. Eles se entreolham. E sua querida irmã magrela-que-se-acha-sempre-muito-gorda diz com ar de pena “ih, comi hoje a tarde o último”. Seu olho se enche de água, seu corpo murcha lentamente, você encara com fúria cada ser comilão daquele estabelecimento. É aí que você abaixa o olhar molhado e se depara com o maldito bolo de batata já na metade. Pega o prato, empurra o atum com requeijão e uma pitada de azeite para a borda, e sem dizer uma palavra coloca em generosas porções todos os carboidratos do bolo de batata no seu prato. E, lógico, mistura com o tal do atum. Todos se calam em sinal de respeito. Apenas o som do seu maxilar trabalhando.

Paula Jubé

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Filme CESAN

Filme com direção de Rodrigo Van Der Put para a Secretaria de Obras do Espírito Santo, Agência MP.

http://www.youtube.com/watch?v=Vlf3WLok4uY

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If you just Smile

Estender os lábios paralelos de forma que as maçãs do rosto sobressaltem. Pronto. Sorrir é simples assim. Não tem porque negar, não fazer, o pior, se esquecer. Olho para os lados e percebo que as pessoas esqueceram do gesto mais humano do ser humano, o sorriso. Mas refiro àquele que começa no interior da barriga, em uma região obscura lá de dentro, vem subindo, subindo, subindo e desabrocha na forma de lábios e dentes. Não tem mistério, no entanto é um ato sofrido e trabalhoso de ver as pessoas fazendo por livre iniciativa. Nada mais importa quando se ri, o dia é agradável, respirar torna-se prazeroso, estar vivo torna-se útil e não penoso. O sorriso não é apenas nossa melhor arma, mas também a melhor defesa. Ai daqueles que negam um sorriso ao pior inimigo, tolinhos, não percebem o poder que possuem nos lábios contra e a favor de tudo e de todos. Sorriso é o desabrochar da nossa vaga existência, é torná-la finalmente útil, é dar aos rins, pulmões, coração um motivo louvável de trabalharem para sustentar corpos lançados no espaço, com seus mais loucos propósitos. Não é vergonha, não precisa de muito, apenas de um coração, de um rosto. É o desabrochar da vida no seu mais simples e belo gesto, não precisa de um motivo, não precisa ser racional, não precisa ter um perfil, é um dom. Um dom universal, todos possuem. Já tentou se olhar no espelho apontando para si mesmo e não rir depois de três segundos? Pois é, impossível, porque nada é tão sério assim que impeça que se comece com um sorriso, mesmo que seja o simples e rotineiro dia.

Mestre Charlie Chaplin: ‘you’ll find the life is still worthwhile, if you just Smile’.  Grande, grande gênio. Descobriu que o poder do sorriso é o início de tudo, o ponta pé inicial. Ele mostra isso poeticamente na cena final do filme  http://www.youtube.com/watch?v=Ps6ck1ejoAw : A estrada da vida é longa e incerta, mas o segredo de começar e recomeçar é simples: just smile.

canção: http://www.youtube.com/watch?v=5rkNBH5fbMk

Paula Jubé

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Galvão, o Bueno

O movimento CALA BOCA GALVAO nos faz relembrar o porque de o Galvão Bueno ser uma figura, digamos, excêntrica. Muitas vezes indesejado, algumas insubstituível, é um narrador de trejeitos únicos. Os erres puxados, a maneira que se refere a certos jogadores exautando de forma enfática todas as qualidades que todos vêem, mas só ele enxerga, e com óculos de grau, acredito… Não são poucos os motivos que fazem Galvão merecer uma atenção de proporção mundial. Com o poder da internet e a criatividade dos brasileiros, o mundo pensa que o movimento ou é para salvar o pássaro cujas penas seriam para o feitio de fantasias de carnaval, ou o novo clipe de Lady Gaga. Não se fala em outra coisa no twitter, mas nós aqui sabemos que CALA BOCA GALVAO é quase uma prece que muitos torcedores do sofá fazem meio que rotineiramente. Há outros que afirmam que se trata de um locutor o qual proporciona diversão garantida, um personagem único, graças a sua espontâneidade. Nós aqui resolvemos reunir alguns vídeos de nosso adorado ou odiado, mas definitivamente eterno, ele mesmo, Galvão, o  Bueno:

Copa de 94 com Pelé:    http://bit.ly/dsggo6

A gafe do omelete:  http://bit.ly/3UCb5i

Gafe ao vivo:  http://bit.ly/cX0b2K

Ei, Galvão, vai tomar… : http://bit.ly/14Lg7q

A física não permite: http://bit.ly/9yk1sI

Babando ovo do Rogério Ceni: http://bit.ly/7gJCo5

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Como funciona empresa na Copa…

Empresa em época de Copa é uma beleza. Uns vigiam os outros. Você não pode nem ir ao banheiro aliviar necessidades que os olhares te perseguem para saber onde você está indo realmente. O primeiro que der qualquer sinal de estar assistindo ou ouvindo algum jogo é a faísca que faltava para todos os outros. Cada um leva seu fone de ouvido e disfarçadamente conecta no seu computador ou celular. Quando o chefe passa atrás o funcionário abre a primeira página na inernet que puder e disfarça. Faz isso tanto que chega uma hora que começa a não se importar tanto com a presença alheia. E é assim que roda. Tem aquele cara que ao ser pego em flagrante garante que a página já estava aberta ali e que ele não sabe como aconteceu.

Era jogo da Itália e Paraguai. Aqui na Cinerama estavam todos atarefados com prazos e clientes. Uma movimentação tensa. De repente se ouve um grito de gol vindo lá de cima e imediatamente as pessoas entraram uma na sala da outra “quem é o filho da mãe que está assistindo ao jogo da Itália em meio a correria e estresse que estamos passando?’. Um da equipe é eleito para investigar. Ele sobe. Ao chegar lá em cima só se ouve risadas. Ele desce correndo gritando para todos que o 171 é o da área de finanças que alegou estar passando muito mal. Todos acreditavam que ele tinha ido, mas nosso querido funcionário resolveu subir e não se conteve com o gol do Paraguai, revelando sua linda presença inutilizada dentro da casa. No final das contas foi engraçado. A partir daí mais uns 3 resolveram subir para ver também. Porém quem não podia ficou em baixo reclamando da vida… Coisas do país do futebol. Fico imaginando o que deve estar se passando em outras empresas.

Paula Jubé

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Alice e seu país das maravilhas

As pessoas costumam não entender bem a história de Alice. É a história de todos nós. Uma menina que ao se deparar com problemas pessoais e ter que dar respostas de gente grande, resolve se consultar. Ela simplesmente não ignora a preocupação do coelho, o qual representa a urgência existente no seu mundo pessoal, e o segue. A personagem entra no seu universo, mergulha dentro de si. Ao entrar  na toca do coelho e cair, todos os objetos que já passaram na vida de Alice, como um piano – o qual poderia ser de aulas que teve no passado- vão surgindo dentro do túnel, ou seja, de seu inconsciente. Alice mergulha dentro de si própria para se questionar e buscar respostas para quem ela é desde pequena até o momento. Quando crescemos tendemos a perder um pouco da essência de nós mesmos e esquecemos nosso prórpio mundo das maravilhas que criamos ao longo dos pequenos anos. Ao voltar para seu mundo, Alice não é mais a mesma, e portanto as criaturas, suas próprias criações, se questionam se aquela menina seria a Alice de outrora, ela própria acredita que não. Mas ao  envolver-se com a situação em que se encontra sua mente, tudo meio abandonado e perdido, ela vai se dando conta de que já estivera ali sim. Então Alice é a única pessoa que pode matar o dragão. Lógico, a única pessoa que pode matar o próprio dragão são os criadores do tal monstro. Temos que duelar com nossos próprios medos, nossos próprios monstros. E é aí que Alice se dá conta e liberta seu mundo, o país das maravilhas. Ao voltar para a realidade ela está consciente de quem é e pronta para dar suas próprias respostas para as questões da vida.  Alice passou por um processo em que construiu si mesma. Já que o dragão interno está derrotado, enfrentar os externos torna-se uma tarefa totalmente possível.

No filme de Tim Burton, Alice entra em um fantástico jogo de imagens e figurinos. Muitos não aprovaram o exagero de gestos e espetáculo de imagens tal qual figurinos e personagens. É uma questão a ser pensada. Mas é certo que o diretor filmou o conto segundo uma ótica muito específica e própria. Jhonny Depp foi criticado por sua atuação um tanto gestual e caricaturada mas acredito ser uma tentativa da parceria sempre certeira de ambas figuras inigualáveis do cinema.

Acaba que o resultado do filme não muda muito de 3d para 2d. Há realmente inúmeros elementos na tela. A atuação da Rainha Branca, Anne Hathaway, estava muito forçada, em compensação da atuação da Rainha Vermelha, Helena Bonham-Carter,  mulher de Burton, foi bem satisfatória.

O filme é um misto da originalidade de Tim Burton com o tom pós estruturalista do conto de Carroll, gostem ou não do resultado. A troca do nome das coisas, como a dança dos personagens, é uma característica típica do pós estruturalismo.

Eis uma entrevista com o diretor Tim Burton a respeito do filme que dirigiu:

http://omelete.com.br/cinema/alice-no-pais-das-maravilhas-omelete-entrevista-tim-burton/

Paula Jubé

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